Aprender a dar nome ao que sentimos muda tudo

Redação àflordapele

bruna@bvcomunicacao.com.br

Os sentimentos não chegam de forma linear, mas como ondas que misturam memórias, expectativas e dores. Para o psicanalista Jarbas Caroni, autor de Atravessando o deserto – rumo à abundância, reconhecê-los exige coragem e treino: coragem para encarar a verdade interior e treino para nomear o que parecia apenas um peso. A reflexão foi publicada em reportagem da revista Vida Simples, que destacou ainda o conceito de letramento emocional, apresentado pelo psicólogo e psicanalista Francisco Nogueira.

Segundo ele, reduzir experiências a termos genéricos como “cansaço” ou “ansiedade” é como trocar a contemplação de um pôr do sol pelo brilho de uma tela: perde-se a riqueza do que realmente se sente. A matéria da Vida Simples mostra que escrever, ler, fazer terapia e cultivar a pergunta “o que estou sentindo agora?” são práticas que ajudam a dar nome às emoções. Quanto mais se exercita essa escuta interior, mais claro e verdadeiro se torna o som da própria alma.

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